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no meio da rua, na Vaga da garagem, na tela de email, na mesa ao ladO, no cardápio do restaurante, nas Chamadas do celular, no outdoor, no facEbook, dentro da geladEira, no porta níquel, no panfleto do carrefour, na capa do cd, na foto atrás do cigarro, na cor do eSmalte, na escolha da pizza, na risada do fim de Tarde, na noticia do jornal, no amArgo do café.

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Vitrine nossa do dia a dia

Quando me percebi estava dentro de uma caixa de concreto, iluminada por luz neon e ar refrigerado, cada cubo se conectando com escadas rolantes.
Ao meu lado outros objetos felizes, alguns mais, alguns menos.
No corredor andavam pessoas a nos classificar com valores abstratos de simetria, estética e beleza. Foi quando um deles me perguntou: você é importada?

Clareza nula

Pura falta do que fazer, pura kilometragem rodada, puro amor próprio com a autoestima em frangalios, puro romântismo nulo que me ronda nos últimos tempos e já não sei se toda essa clareza me serve para alguma coisa.
A verdade é que quebrou-se toda a magia e hoje vejo a vida nua. Cada um dá a ela o significado que consegue e assim os dias vão passando matematicamente após cada 24 horas. Os interesses são claros e não há paixão que mude onde realmente queremos chegar.
Em minhas orações já não peço nada em específico, já desisti do mistério, peço apenas o suficiente para levar os dias e bem devagar reerguer meu jardim. Cada flor é uma vitória e nem me importo com frequentes inundações, afinal tenho mais o que fazer...

Eu sei

Quem é mais tolo?
Quem espuma ou quem chacoalha?
Quem aceita ou quem se aproveita?
A esperança ou o orgulho?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sabe

Quem é mais feliz?
Quem perde a cabeça ou quem com ela anda?
Quem se esconde ou quem dá a cara?
O esquecimento ou a saudade?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sempre sabe