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Chove

Um gosto de desgosto
amargando o CÉU
da boca podre
que num dia ensolarado
tanto beijei

Pensamentos como NUVENS
com diferentes formatos
por onde passam deixam o rasto
de tudo que levaram
com o tempo e nunca falei

Acho que agora vai chover

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Vitrine nossa do dia a dia

Quando me percebi estava dentro de uma caixa de concreto, iluminada por luz neon e ar refrigerado, cada cubo se conectando com escadas rolantes.
Ao meu lado outros objetos felizes, alguns mais, alguns menos.
No corredor andavam pessoas a nos classificar com valores abstratos de simetria, estética e beleza. Foi quando um deles me perguntou: você é importada?

Eu sei

Quem é mais tolo?
Quem espuma ou quem chacoalha?
Quem aceita ou quem se aproveita?
A esperança ou o orgulho?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sabe

Quem é mais feliz?
Quem perde a cabeça ou quem com ela anda?
Quem se esconde ou quem dá a cara?
O esquecimento ou a saudade?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sempre sabe

você está

no meio da rua, na Vaga da garagem, na tela de email, na mesa ao ladO, no cardápio do restaurante, nas Chamadas do celular, no outdoor, no facEbook, dentro da geladEira, no porta níquel, no panfleto do carrefour, na capa do cd, na foto atrás do cigarro, na cor do eSmalte, na escolha da pizza, na risada do fim de Tarde, na noticia do jornal, no amArgo do café.