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Renasça Urgente

Renasça Urgente
Microscópico, desprentecioso, sutil
Mas com direito de ser singular, forte, guerreiro
Digno de explorar sentidos, oxigênio e luz
Consciente do poder da metamorfose
Tomando corpo

Cresça Urgente
De madrugada, sem pressa, alheio a tirania do relógio
Determinado, coerente, desenhando novas formas
Mergulhando nos sonhos de inevitáveis sons e cores
Surpreendendo a sua infinita essência
Avançando

Evolua Urgente
Sereno, contraditório, explosivo
Ousando nas pequenas ações e detalhes
Desviando planos, detonando regras e asteriscos
Desafiando gigantes com prazo de validade
Dizendo adeus

Revolucione Urgente
De peito escancarado, cérebro em erupção, garganta livre
Rindo sem parar
Rindo sem parar
Rindo sem parar

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Vitrine nossa do dia a dia

Quando me percebi estava dentro de uma caixa de concreto, iluminada por luz neon e ar refrigerado, cada cubo se conectando com escadas rolantes.
Ao meu lado outros objetos felizes, alguns mais, alguns menos.
No corredor andavam pessoas a nos classificar com valores abstratos de simetria, estética e beleza. Foi quando um deles me perguntou: você é importada?

Clareza nula

Pura falta do que fazer, pura kilometragem rodada, puro amor próprio com a autoestima em frangalios, puro romântismo nulo que me ronda nos últimos tempos e já não sei se toda essa clareza me serve para alguma coisa.
A verdade é que quebrou-se toda a magia e hoje vejo a vida nua. Cada um dá a ela o significado que consegue e assim os dias vão passando matematicamente após cada 24 horas. Os interesses são claros e não há paixão que mude onde realmente queremos chegar.
Em minhas orações já não peço nada em específico, já desisti do mistério, peço apenas o suficiente para levar os dias e bem devagar reerguer meu jardim. Cada flor é uma vitória e nem me importo com frequentes inundações, afinal tenho mais o que fazer...

Eu sei

Quem é mais tolo?
Quem espuma ou quem chacoalha?
Quem aceita ou quem se aproveita?
A esperança ou o orgulho?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sabe

Quem é mais feliz?
Quem perde a cabeça ou quem com ela anda?
Quem se esconde ou quem dá a cara?
O esquecimento ou a saudade?

No fundo a gente sabe
No fundo a gente sempre sabe