Seu cheiro sai de você.
Ansiosamente espera que alguêm abra a porta e com todo cuidado desce as escadas. Ao chegar na garagem, olha para a janela esperando que tenham notado sua falta e fugitivamente ultrapassa o portão.
Enfim livre.
Por todos os lados, outros cheiros se misturando mas o seu decide ir passear, chega na avenida e tenta se lembrar do caminho que voçê faz todos os dias.
Onibus vermelho, é esse!
No caminho o cheiro de uma mulher senta ao lado, mas incomodado ele abre a janela e olhando a paisagem deixa a brisa do mar se aconchegar.
Seu cheiro misturado com a praia.
Nesse estado, o seu cheiro de domingo de praia, desce em outra avenida, atravessa a rua, aproveita a entrada de carros aberta, sobe o elevador, quase se perde no corredor mas acha a porta.
Enfim em casa.
Entra em meu apartamento, toma conta da sala, varanda, quartos e cozinha, dentro do guarda-roupa, embaixo da almofada do meu sofá novo.
E eu?
Eu faço cara de que não reconheço e continuo a me espreguiçar.
Ansiosamente espera que alguêm abra a porta e com todo cuidado desce as escadas. Ao chegar na garagem, olha para a janela esperando que tenham notado sua falta e fugitivamente ultrapassa o portão.
Enfim livre.
Por todos os lados, outros cheiros se misturando mas o seu decide ir passear, chega na avenida e tenta se lembrar do caminho que voçê faz todos os dias.
Onibus vermelho, é esse!
No caminho o cheiro de uma mulher senta ao lado, mas incomodado ele abre a janela e olhando a paisagem deixa a brisa do mar se aconchegar.
Seu cheiro misturado com a praia.
Nesse estado, o seu cheiro de domingo de praia, desce em outra avenida, atravessa a rua, aproveita a entrada de carros aberta, sobe o elevador, quase se perde no corredor mas acha a porta.
Enfim em casa.
Entra em meu apartamento, toma conta da sala, varanda, quartos e cozinha, dentro do guarda-roupa, embaixo da almofada do meu sofá novo.
E eu?
Eu faço cara de que não reconheço e continuo a me espreguiçar.
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